
O tempo vai passando,
E a vida escorrega-me por entre os dedos,
Os dias vão correndo,
E não consigo acompanhar o seu ritmo ...
E rapidamente fico para trás,
E subitamente vou ser esquecida!
.
Perco-me nas noites,
Cada vez mais escuras.
Encontro-me nas manhãs,
Cada vez menos claras.
Sumida entre o pôr e o nascer do sol,
Excluída pelo ciclo da VIDA!
.
Esqueço-me do prisma de viver,
Perco-me na rotina.
E vivo sem rumo ...
Com planos e desenhos,
Rabisco em papel branco,
Esta é a tela do meu tempo de vida.
.
Na tentativa de o esquecer,
Vivo com toda a pressa,
Apenas ouvindo o tic tac,
Do relógio que não pára,
Na vida que não cessa,
Mas sempre em direcção ao nada!
.
Num lago esverdeado,
Reflicto o meu rosto,
Distorcida pela água,
Espelho da minha alma!
O tempo esqueceu-me ...
Elemento terminal: AMALDIÇOADO TEMPO!
E a vida escorrega-me por entre os dedos,
Os dias vão correndo,
E não consigo acompanhar o seu ritmo ...
E rapidamente fico para trás,
E subitamente vou ser esquecida!
.
Perco-me nas noites,
Cada vez mais escuras.
Encontro-me nas manhãs,
Cada vez menos claras.
Sumida entre o pôr e o nascer do sol,
Excluída pelo ciclo da VIDA!
.
Esqueço-me do prisma de viver,
Perco-me na rotina.
E vivo sem rumo ...
Com planos e desenhos,
Rabisco em papel branco,
Esta é a tela do meu tempo de vida.
.
Na tentativa de o esquecer,
Vivo com toda a pressa,
Apenas ouvindo o tic tac,
Do relógio que não pára,
Na vida que não cessa,
Mas sempre em direcção ao nada!
.
Num lago esverdeado,
Reflicto o meu rosto,
Distorcida pela água,
Espelho da minha alma!
O tempo esqueceu-me ...
Elemento terminal: AMALDIÇOADO TEMPO!

