Preciso de uma razão!
Preciso de encontrar o rasto certo,
Aquele rasto que me leve a una luz ao fundo do túnel!
Não quero, não consigo.
A dor é demasiada, a cruz está demasiado sobrecarregada!
Não tenho sonhos a que me possa agarrar!
E eu que sempre sonhei...
Acho que este foi mesmo o me grande problema,
apenas sonhar, sem nunca lutar!
Fazia os outros seguirem aquilo que eu queria,
Mas nunca pensava no que ia fazer!
Nunca fui capaz de me revelar,
Nunca quis ser revelada nem conhecida!
Nunca acreditei nem em mim, nem nos meus sonhos!
Nunca acreditei no que era capaz,
E acabava a culpar todo o universo,
Que parecia conspirar contra os sonhos que nunca tive!
Sempre pensei demasiado em tudo,
Mas nunca pensei no que podia fazer para parar de pensar
E tinha medo de começar a agir!
Fui um fracasso em tudo o que fiz!
Mas agora de nada me vale lamentar!
O que passou passou, agora não há volta a dar!
Só tenho duas alternativas:
Parar este ódio incessante que tenho contra a vida
E começar a seguir com a vida,
Ou desistir de mim mesma!
Tenho que decidir,
Porque esta duvida só me mata um pouco cada dia que passa!
Desculpem-me por ter falhado!
Mas a culpa é só minha
Amo-vos.
21 de jan. de 2010
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Aquela a quem as frases molham o rosto....
Aquela a quem o vento da página sacode o cabelo...
Aquela que ama a arte de juntar pequenas gotas,
Que são palavras,
E que se deixa regar de sabedoria!
Sou eu...
Aquela que ama a arte de desenhar...
Com pena ou caneta...
No papiro ou no papel
Pequenos soluços e desabafos
Que mais tarde serão lembrados
Pela brisa ao virar de cada página!
Sou eu...
Aquela que ouve cada frase
Dita pelo sabor do vento de cada volume escrito
Pelo seu autor nunca esquecido!
E para sempre padroeiro da palavra!
Amo e amarei tudo o que será exposto em papel!
Sou assim...
Mónica Lapa
Aquela a quem o vento da página sacode o cabelo...
Aquela que ama a arte de juntar pequenas gotas,
Que são palavras,
E que se deixa regar de sabedoria!
Sou eu...
Aquela que ama a arte de desenhar...
Com pena ou caneta...
No papiro ou no papel
Pequenos soluços e desabafos
Que mais tarde serão lembrados
Pela brisa ao virar de cada página!
Sou eu...
Aquela que ouve cada frase
Dita pelo sabor do vento de cada volume escrito
Pelo seu autor nunca esquecido!
E para sempre padroeiro da palavra!
Amo e amarei tudo o que será exposto em papel!
Sou assim...
Mónica Lapa